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quarta-feira, 17 de outubro de 2007

Já temos onde coletar óleo de cozinha

Assunto: Reciclagem de pilhas e óleo.
DIVULGUEM
Agora já temos onde levar pilhas/baterias e óleo de cozinha para reciclar!
É isso mesmo! A partir de agora as Agências do Banco Real e as lojas do Pão de Açúcar estão com programa de reciclagem.
Sabe aquelas pilhas e baterias usadas que não sabemos o que fazer com elas? Pois é, agora está fácil! Basta levá-las a qualquer agência do Banco Real e colocá-las no Papa-pilhas. Este é mais um programa de reciclagem promovido pela instituição.
As pilhas e baterias de celulares, câmeras digitais, controle remoto, relógios, etc, etc... contém materiais que contaminam o solo e os lençóis freáticos deixando-os impróprios para utilização, podendo provocar problemas à saúde, como danos para os rins, fígado e pulmões. São eles: cádmio, mercúrio, níquel, chumbo, etc.
Não esqueça: o Papa-pilhas está disponível em todas as unidades do Banco Real.
Também já temos onde levar o óleo de cozinha usado para reciclar! As lojas do Pão de Açúcar, que já reciclam outros tipos de lixo, como papel, vidro, plástico e metal, reciclarão também óleo de cozinha!
Você sabia que apenas 1 litro de óleo despejado no esgoto polui cerca de um milhão de litros de água ou o que uma pessoa consome em 14 anos de vida? E ainda provoca a impermeabilização dos leitos e terrenos próximos, contribuindo para a ocorrência de enchentes.
Como fazer:
Depois que o óleo usado esfriar, armazene em uma garrafa plástica daquelas de 2 litros, se possível transparente. Tampe bem a garrafa e deposite-a no coletor de lixo de cor marrom da loja Pão de Açúcar, indicado para esta finalidade.
Todo óleo de cozinha coletado será encaminhado pela cooperativa às empresas recicladoras, que o utilizarão como matéria-prima para a produção de biocombustível.
Independentemente disso, pare imediatamente de jogar óleo pelo esgoto. Armazene em garrafas e jogue no lixo reciclável, e não nos rios!
Mais informações:

terça-feira, 25 de setembro de 2007

Leiam todos: Circo-Teatro, Benjamim de Oliveira e a teatralidade circense no Brasil


Caros amigos,


Convido a todos para se deliciarem com este livro que conta a história do circo-teatro no Brasil. Deixo que a própria autora se apresente e apresente aeste maravilhoso livro. Com vocês: Ermínia Silva.


"Em fevereiro de 1954, eu e minha irmã gêmea Esther nascíamos na casa dos avós maternos, em Getulina (SP), para onde minha mãe Eduvirges Poloni Silva tinha ido dar à luz. A moradia da família do meu pai, Barry Charles Silva, estava numa cidade bem próxima, de nome Promissão, e era feita de toldos de algodão encerado, que compunham o conjunto arquitetônico do circo.

Com 2 meses, partimos de trem para o circo que já estava armado em uma cidade bem mais distante, Orlândia (SP). A partir daí, moramos em barracas, pensões, hotéis, pousadas e trailers. Nós e mais 16 primos fazemos parte da quarta geração circense da família Wassilnovich, que veio para o Brasil na segunda metade do século XIX, e aqui virou Silva. Minha avó paterna, Esther Riego Silva, e seus pais chegaram à América Latina por volta de 1909, e, diferente da família do meu avô, faziam parte de uma companhia que trouxe consigo todos os aparatos. Chamava-se circo Lowande.

O processo de formação do circense tinha início desde o seu nascimento e nesse aprendizado estava a chave que garantia a continuidade dos saberes circenses. Entretanto, o "destino" de parte de minha geração foi mudado. Em idade escolar, fomos mandados para a casa de parentes que possuíam residência fixa, para iniciarmso nossos estudos e construirmos um "futuro diferente", "melhor" que a vida que nossos pais haviam herdado, segundo eles mesmos.

terça-feira, 11 de setembro de 2007

Doe Livros para as Bibliotecas do MST


Muito legal esta campanha, quem se interessar pode clicar no título para saber os contatos de doação.

Filme: Encontro com Milton Santos Ou o Mundo Global Visto do Lado de Cá


Este filme é para ser visto muitas vezes. Enche-nos de esperança, de uma possibilidade de uma GLOBALIZAÇÃO SOLIDÁRIA, como Boaventura De Souza Santos também nos fala...

A Globalização atual é ditatorial e está preocupada com a manutanção do poder na mão de poucos!!!! Mas os movimentos sociais não se calam frente as desigualdades cada vez mais desiguais e grita nas ruas por um outro mundo!!!!

terça-feira, 4 de setembro de 2007

Campanha RESPIRE MELHOR

Muito interessante a campanha do governo de São Paulo!!!

Tem até DISQUE FUMAÇA PRETA: 0800 113560

Você não fica incomodado quando recebe aquela fumaça preta na sua cara?

Agora você pode fazer alguma coisa: só precisa anotar o tipo de veículo, placa, data, local e município!!!

Pode também entrar no site do título do blog para fazer denúncia via email!!!

Se cada um fizer sua parte, vamos respirar melhor!!!!

segunda-feira, 27 de agosto de 2007

"Santiago" não é um filme... É redenção!

Assisti o filme ontem e estou impactada até agora com este documentário... É simplesmente fantástico: confunde, emociona, surpreende. João Moreira Salles, de forma sensível, apresenta-nos Santiago... Mas não só ele, apresenta-nos a distância entre ele e Santiago... Entre João e ele mesmo e entre suas memórias...

Abaixo uma crítica linda e clicando no título, uma entrevista com o próprio diretor João Moreira Salles.

CONTARDO CALLIGARIS


A vida de Santiago
Uma vida se justifica como um arranjo de flores, não pela duração, mas pela harmonia
ESTRÉIA AMANHÃ o filme "Santiago", de João Moreira Salles. A história de sua produção é conhecida: em 1992, João Moreira Salles filmou um documentário sobre Santiago Badariotti Merlo, que tinha sido, no passado, durante 30 anos, o mordomo de sua família.
Para o diretor, era uma maneira de se lembrar de sua infância e de meditar sobre vida e morte, memória e esquecimento. Ele abandonou o projeto durante a montagem. Santiago morreu em 1994. Em 2005, João Moreira Salles voltou ao material abandonado para criar um filme que é uma obra-prima, imperdível.
Já foi observado que "Santiago" é um filme que desnuda a relação entre o documentarista e sua personagem. O diretor não esconde sua voz, que pede que Santiago repita, retome, fale mais rápido, olhe para cá ou para lá. Alguns acharam que o longa-metragem também quer desvendar a desigualdade inevitável entre o ex-mordomo e o filho do ex-dono de casa. Pode ser. Mas a imperiosidade do documentarista me evocou outra coisa.

sábado, 25 de agosto de 2007

Arte de Sergipe



Gostaria de convidá-los a conhecer um novo blog com a arte de Sergipe.

São artesanatos muito lindos...

Basta clicar no título...
Bom proveito!!!